*Plante as suas sementes*... Plante sementes de bondade e de amor, mas não se preocupe com os resultados futuros. Se não obteve o bem que você esperava, ou se o benefício não provocou a gratidão desejada não se aborreça. Ajude e passe adiante! Lance as sementes ao solo, e deixe que cresçam e frutifiquem segundo as possibilidades do terreno. Aguarde o tempo... Mas, por enquanto, plante as sementes da bondade e do amor, por onde quer que você passe. (Carlos T. Pastorino) Sol Hoffmann
Um espaço criado para uma união de pessoas em busca de amizade. Um lugar para deixar uma mensagem,um desabafo,para dividir tristeza e multiplicar alegrias... Um local para receber carinho e formar verdadeiros laços de amor....... UM MOMENTO VIVIDO,JAMAIS ESQUECIDO... SEJA VOLUNTÁRIO E FAÇA UM MUNDO MELHOR. Fazendo verdadeiras FOFURAS de AMOR
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
AMIZADE VIRTUAL,AMOR REAL...
As horas que passamos aqui são maravilhosas!
Cá entre nós
É pena que alguns familiares, amigos e conhecidos não consigam entender a grandeza da amizade que compartilhamos através da nossa rede virtual.
Eles não podem compreender como pessoas podem trocar tanto carinho, sem nunca ter se encontrado, sem nunca ter se visto, sem nunca ter se conhecido pessoalmente.
Cá entre nós,
Eu quero que você saiba como é importante e o quanto representa para mim neste espaço virtual.
Nós dividimos nossos pensamentos, nossos sonhos, nossas bênçãos.
Com que outro meio faríamos isso tão bem?!?
Eles não sabem que nós não julgamos nem condenamos:
apenas buscamos e oferecemos mãos para ajudar.
Não sabem que trocamos: "Deus te abençoe, abraços (e até beijinhos!)"
Eles não sabem que nós, amigos virtuais, nos preocupamos um com outro, ponderamos situações e trocamos tantas coisas que aprendemos aqui.
Eles não sabem o quanto podemos e temos ainda a aprender!
Cá entre nós Eu quero que você saiba que meus dias são mais brilhantes e que meus pensamentos são muito mais felizes só por sua causa.
Eis porque agora eu lhe envio esta "sigilosa" mensagem" :
Quero que você sinta que existe alguém aqui que se importa com você, que quer dar brilho ao seu dia, que deseja~lhe toda a felicidade em todos os dias de sua vida!
Cá entre nós
Eu agradeço aos céus este mundo virtual porque sem ele eu não poderia mostrar algumas de minhas mensagens e compartilhar esses momentos...
(desc. autor)
sábado, 14 de janeiro de 2012
DEUS sempre faz a parte dele,e nós nem sempre...
DEUS faz.
Mas você pode colaborar..
Só DEUS pode criar
Mas você pode valorizar o que ele criou.
Só DEUS pode dar a vida
Mas você pode transmiti-la e respeita-la.
Só DEUS pode dar a fé.
Mas você pode dar o seu testemunho.
Só DEUS pode dar a paz.
Mas você pode semear a união.
Só DEUS pode dar a força
Mas você pode apoiar quem desanimou.
Só DEUS pode infundir esperança.
Mas você pode restituir a confiança ao irmão.
Só DEUS pode dar o amor.
Mas você pode ensinar o seu irmão a amar.
Só DEUS pode dar alegria.
Mas você pode sorrir a todos.
Só DEUS é o caminho.
Mas você pode indica-lo aos outros.
SÓ DEUS é a luz.
Mas você pode fazê-la brilhar no mundo.
Só DEUS é a vida.
Mas você pode dar aos outros a alegria de viver.
Só DEUS pode fazer o impossível.
Mas você poderá sempre fazer o que for possível.
Só DEUS pode fazer milagres.
Mas você pode fazer sacrifício.
( Desc.autor)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
SER BOM,FAZ BEM...
Veja aqui maneiras simples de praticar a bondade:
- Invista um pouco do seu tempo, das suas capacidades e dos seus recursos em benefício de outras pessoas.
- Mande um bilhete manuscrito (neste caso não use o computador), para expressar a sua gratidão por um convite ou favor recebido.
- Quando encontrar algum objeto de que uma pessoa querida gosta, compre-o e faça uma surpresa.
- Cultive amigos bondosos. Isso desenvolverá esse traço em vc.
- Envie flores, ofereça um lugar para alguém se sentar, diga “muito obrigado”, “por favor”, sorria, promova encontros em sua casa, enfim, ressuscite práticas que a modernidade tenta matar.
- Quando enviar uma carta, coloque uma surpresa dentro do envelope.
- Dê um presente a alguém fora das datas especiais.
- Peça a Deus ajuda para ser bom. A bondade é um dom do amor de Deus para que nos valorizemos e a outras pessoas da mesma forma como Ele nos valoriza.
- Invista um pouco do seu tempo, das suas capacidades e dos seus recursos em benefício de outras pessoas.
- Mande um bilhete manuscrito (neste caso não use o computador), para expressar a sua gratidão por um convite ou favor recebido.
- Quando encontrar algum objeto de que uma pessoa querida gosta, compre-o e faça uma surpresa.
- Cultive amigos bondosos. Isso desenvolverá esse traço em vc.
- Envie flores, ofereça um lugar para alguém se sentar, diga “muito obrigado”, “por favor”, sorria, promova encontros em sua casa, enfim, ressuscite práticas que a modernidade tenta matar.
- Quando enviar uma carta, coloque uma surpresa dentro do envelope.
- Dê um presente a alguém fora das datas especiais.
- Peça a Deus ajuda para ser bom. A bondade é um dom do amor de Deus para que nos valorizemos e a outras pessoas da mesma forma como Ele nos valoriza.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
NOVO ANO,NOVAS ALEGRIAS...
Ano novo,problemas velhos...Como todo inicio de ano temos nossos compromissos,as férias das crianças que nos fazem trabalhar mais,rir mais ser mais feliz.
Passei alguns dias na praia,e já estou voltando para descansar e voltar ao trabalho com as energias renovadas.
Olhando o mar sinto a presença real de DEUS,a imensidão,o vai e vem constante,o perigo das marés,a beleza inacreditável,o poder das aguas,o mar me acalma,me ensina ,me emociona,me faz esquecer as magoas e me traz esperanças.
Esse ano quero paz no meu coração,quero sorrir e provocar sorrisos,quero amar sem medo,arriscar sem perder e me doar ao maximo.
QUE ESSE SEJA O ANO QUE AS PESSOAS ,AMEM O SEU PROXIMO COMO A SI MESMO.
Passei alguns dias na praia,e já estou voltando para descansar e voltar ao trabalho com as energias renovadas.
Olhando o mar sinto a presença real de DEUS,a imensidão,o vai e vem constante,o perigo das marés,a beleza inacreditável,o poder das aguas,o mar me acalma,me ensina ,me emociona,me faz esquecer as magoas e me traz esperanças.
Esse ano quero paz no meu coração,quero sorrir e provocar sorrisos,quero amar sem medo,arriscar sem perder e me doar ao maximo.
QUE ESSE SEJA O ANO QUE AS PESSOAS ,AMEM O SEU PROXIMO COMO A SI MESMO.
sábado, 24 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
TENSÃO PRÉ-NATALINA...
O natal está chegando e mais uma vez aquela tensão da espera,a correria das compras,os presentes que precisamos dar,o cardapio da ceia,as pessoas que queremos que estejam presentes e aquelas que aparecem na ultima hora,mesmo sem serem convidadas,mas sempre benvindas.
A alegria das crianças em ver a arvóre de natal enfeitada e iluminada,os presentes embrulhados em papéis coloridos,a mesa farta de delicias.
A ansiedade para que tudo corra bem e que a noite seja abençoada.
Apesar da alegria, do amor,da solidariedade que o natal inspira,vem tambem a saudade de pessoas queridas que estão distantes,daqueles que partiram para um outro plano de vida e que nunca mais vão voltar.
Essa saudade que sufoca,que faz o corpo doer,o coração sentir e a alma chorar,e mais uma vez me coloco nos braços de DEUS e agradeço por um ano pelo conforto e pela paz que só ele pode me dar.
Natal é festa da familia e todos que estiver presente será tratado com amor e abraçados com carinho.
Saudades infinitas,tristezas repentinas, e a certeza que a maneira de superar a perda da minha filha é amar,é me doar ao proximo é fazer o bem sem olhar a quem.
É natal e estarei comemorando com minhas crianças o nascimento de JESUS o salvador,que nos ensinou que AMAR AO PROXIMO,É AMAR A DEUS.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A SAUDADE é a prova que oPASSADO VALEU a PENA.
Costumamos atribuir às pedras, aos desníveis da estrada, a culpa pelos nossos freqüentes tropeços e quedas, quando, grande parte das vezes, o que nos faz tropeçar, sobretudo, é o nosso jeito de caminhar com o coração ainda tão machucado.
Ana Jácomo
Ana Jácomo
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
PESSOAS ESPECIAIS
Pessoas especiais são aquelas
que têm a habilidade de dividir
suas vidas com os outros.
Elas são honestas nas atitudes,
são sinceras e compassivas,
e sempre dão por certo que
o amor é parte de tudo.
As pessoas especiais são aquelas
que têm a habilidade de se doar aos outros,
e de ajudá-los com as mudanças
que surgem em seus caminhos.
Elas não têm medo
de serem vulneráveis;
elas acreditam que são únicas
e têm orgulho em ser quem são.
As pessoas especiais são aquelas que
se permitem os prazeres
de estar próximo aos outros
e importar-se com a felicidade deles.
Elas vieram para entender
que o amor é o que faz
a diferença na vida.
As pessoas especiais são aquelas que
realmente tornam a vida bela....
pra você que é especial.......
(Marcio Boaventura)
(RETIRADO DO BLOG COMENTANDO O COMENTADO)
que têm a habilidade de dividir
suas vidas com os outros.
Elas são honestas nas atitudes,
são sinceras e compassivas,
e sempre dão por certo que
o amor é parte de tudo.
As pessoas especiais são aquelas
que têm a habilidade de se doar aos outros,
e de ajudá-los com as mudanças
que surgem em seus caminhos.
Elas não têm medo
de serem vulneráveis;
elas acreditam que são únicas
e têm orgulho em ser quem são.
As pessoas especiais são aquelas que
se permitem os prazeres
de estar próximo aos outros
e importar-se com a felicidade deles.
Elas vieram para entender
que o amor é o que faz
a diferença na vida.
As pessoas especiais são aquelas que
realmente tornam a vida bela....
pra você que é especial.......
(Marcio Boaventura)
(RETIRADO DO BLOG COMENTANDO O COMENTADO)
domingo, 11 de dezembro de 2011
GENERSOSIDADE
"A Metáfora da Generosidade"
(copiada do blog café da manhã ou chá das cinco)
Há muito tempo, mais de 3 mil anos atrás, o verbo DAR que vem do latim DARE começou a ser utilizado como metáfora para os atos de generosidade. Foram os antigos romanos que criaram expressões como "DAR A MÃO Á ALGUÉM” (DARE MANUM ALICUI) e "DAR AS COSTAS" (DARE TERGA), segundo o etimologista Deonísio da Silva, vice-reitor da universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro.
Algumas maneiras de se doar um pouquinho por dia:
Alegre-se pelo sucesso dos outros; divida boas notícias; dê um beijo; dê uma boa risada; abrace um amigo; plante uma árvore; perdoe-se; recicle o lixo doméstico; abra sua casa para amigos e parentes; ofereça carona; brinque com seus filhos; agradeça a empacotadora do supermercado; dê bom dia ao motorista de ônibus e ao lixeiro; dê uma flor; ligue para um amigo; faça um trabalho voluntário; coloque-se no lugar do outro; não julgue quem pede dinheiro na rua; segure a porta do elevador para um idoso; ofereça um pedaço de bolo ao colega de serviço; empreste um livro; diga bom- dia ás pessoas ao lado; mande um e-mail; admita quando o outro tem razão; agradeça o presente; dê uma palavra de carinho a alguém que está triste. Doar é chic!!!!!
(revista bem-estar-BONS FLUÍDOS)
“A GENEROSIDADE É CONTAGIANTE”
Quanto mais caminho, mais percebo o quanto o mundo anda sedento. As pessoas correm, sofrem, se desesperam e continuam buscando a felicidade como se essa fosse apenas uma miragem nesse imenso deserto que a vida se transformou.
Há muita gente no mundo, milhares e milhares. Portanto, a solidão continua assolando vidas, maltratando corações que, no fim do dia e das contas acabam desacreditando nas portas que se abrem a elas. Cada qual pensa no próprio eu e todo mundo se isola. Enquanto isso, a vida continua, cresce a indiferença, cresce o desamor, multiplicam-se as depressões e incompreensões.
As pessoas sentem-se vazias e reagem como pessoas vazias. Vazias, pelo menos, de amor e caridade, mas cheias de tristezas e desilusões. Há, portanto, dentro de cada um de nós um poço de possibilidades e compartilhar de si é deixar-se um pouquinho em cada um.
Só não tem nada para oferecer quem possui um coração vazio, não as mãos. E acabar com a solidão de alguém é contribuir para o fim da própria solidão. Oferecer a esperança é dar-se a si uma nova chance, é reabrir portas, é descobrir o novo e entregar-se a ele.
Há melhor presente no mundo que o dom de si? Há coisa mais bonita que saciar o coração de alguém? Devolver a esperança, por menor que seja ela, é dar às pessoas a oportunidade de descobrir o outro lado da vida, aquele que, embora um pouco esquecido, ainda existe.
O dia tem 24 horas e parece muitas vezes que são insuficientes para fazermos tudo o que temos que fazer. Lamentamos a falta de tempo para isso ou aquilo e pensamos que um dia, quem sabe, se atingirmos a bênção da velhice tranquila, poderemos dar um pouco mais de nós aos outros. Quanto engano!
Podemos dar de nós a cada dia e a cada hora, agindo com o coração e tendo uma atitude que nos torna diferentes em qualquer lugar. Pode-se resistir ao ódio por muito tempo, mas quem resiste à ternura, ao afeto, ao amor e à boa-vontade?
Quando as pessoas agirem com menos egoísmo e ao invés de ruminarem a própria infelicidade começarem a agir para o bem do próximo, as doenças da alma começarão a encontrar a cura e o amanhecer terá para cada um de nós um outro rosto, mais sereno, mais amigo e mais esperado.
(Letícia Thompson)
Para refletir:
Generosidade é a capacidade de cada indivíduo de ir além dos seus limites. É a capacidade da auto doação do ser de forma total e integral. Este vai além do que lhe foi solicitado, do que lhe foi pedido. Muitas vezes sem esperar um retorno devido, algum tipo de recompensa.
Muitas vezes, pensamos que generoso é aquele capaz de abrir os cofres e distribuir o muito que tem, quando, não raro, esse muito nem falta lhe fará. A verdadeira generosidade nasce no coração que é capaz de olhar o próximo e o mundo com complacência e compreensão, sabendo que todos estamos sujeitos a erros, tropeços e enganos.
Seremos generosos quando estivermos despreocupados em conjugar o verbo ter... Ter algo, ter razão, ter alguém, pois nossas preocupações serão as de oferecer... a gentileza, a amizade, a companhia, a compreensão. Claro que poderemos ensaiar os primeiros passos de generosidade tocando o bolso, para oferecer aquilo que nos sobra aos que têm tão pouco.
Porém, poderemos sempre investir mais e permitir que a generosidade ganhe espaço em nosso mundo, quando formos capazes de esquecer parte de nossas vontades, nossas razões, nossos anseios, para simplesmente semearmos, nos caminhos alheios, as flores perfumadas com a brisa da fraternidade.
Se agirmos com generosidade, o universo conspirará a nosso favor. Sempre. Porque ela é contagiante como um sincero e largo sorriso.
Somada à doçura ela torna-se BONDADE!
(copiada do blog café da manhã ou chá das cinco)
Há muito tempo, mais de 3 mil anos atrás, o verbo DAR que vem do latim DARE começou a ser utilizado como metáfora para os atos de generosidade. Foram os antigos romanos que criaram expressões como "DAR A MÃO Á ALGUÉM” (DARE MANUM ALICUI) e "DAR AS COSTAS" (DARE TERGA), segundo o etimologista Deonísio da Silva, vice-reitor da universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro.
Algumas maneiras de se doar um pouquinho por dia:
Alegre-se pelo sucesso dos outros; divida boas notícias; dê um beijo; dê uma boa risada; abrace um amigo; plante uma árvore; perdoe-se; recicle o lixo doméstico; abra sua casa para amigos e parentes; ofereça carona; brinque com seus filhos; agradeça a empacotadora do supermercado; dê bom dia ao motorista de ônibus e ao lixeiro; dê uma flor; ligue para um amigo; faça um trabalho voluntário; coloque-se no lugar do outro; não julgue quem pede dinheiro na rua; segure a porta do elevador para um idoso; ofereça um pedaço de bolo ao colega de serviço; empreste um livro; diga bom- dia ás pessoas ao lado; mande um e-mail; admita quando o outro tem razão; agradeça o presente; dê uma palavra de carinho a alguém que está triste. Doar é chic!!!!!
(revista bem-estar-BONS FLUÍDOS)
“A GENEROSIDADE É CONTAGIANTE”
Quanto mais caminho, mais percebo o quanto o mundo anda sedento. As pessoas correm, sofrem, se desesperam e continuam buscando a felicidade como se essa fosse apenas uma miragem nesse imenso deserto que a vida se transformou.
Há muita gente no mundo, milhares e milhares. Portanto, a solidão continua assolando vidas, maltratando corações que, no fim do dia e das contas acabam desacreditando nas portas que se abrem a elas. Cada qual pensa no próprio eu e todo mundo se isola. Enquanto isso, a vida continua, cresce a indiferença, cresce o desamor, multiplicam-se as depressões e incompreensões.
As pessoas sentem-se vazias e reagem como pessoas vazias. Vazias, pelo menos, de amor e caridade, mas cheias de tristezas e desilusões. Há, portanto, dentro de cada um de nós um poço de possibilidades e compartilhar de si é deixar-se um pouquinho em cada um.
Só não tem nada para oferecer quem possui um coração vazio, não as mãos. E acabar com a solidão de alguém é contribuir para o fim da própria solidão. Oferecer a esperança é dar-se a si uma nova chance, é reabrir portas, é descobrir o novo e entregar-se a ele.
Há melhor presente no mundo que o dom de si? Há coisa mais bonita que saciar o coração de alguém? Devolver a esperança, por menor que seja ela, é dar às pessoas a oportunidade de descobrir o outro lado da vida, aquele que, embora um pouco esquecido, ainda existe.
O dia tem 24 horas e parece muitas vezes que são insuficientes para fazermos tudo o que temos que fazer. Lamentamos a falta de tempo para isso ou aquilo e pensamos que um dia, quem sabe, se atingirmos a bênção da velhice tranquila, poderemos dar um pouco mais de nós aos outros. Quanto engano!
Podemos dar de nós a cada dia e a cada hora, agindo com o coração e tendo uma atitude que nos torna diferentes em qualquer lugar. Pode-se resistir ao ódio por muito tempo, mas quem resiste à ternura, ao afeto, ao amor e à boa-vontade?
Quando as pessoas agirem com menos egoísmo e ao invés de ruminarem a própria infelicidade começarem a agir para o bem do próximo, as doenças da alma começarão a encontrar a cura e o amanhecer terá para cada um de nós um outro rosto, mais sereno, mais amigo e mais esperado.
(Letícia Thompson)
Para refletir:
Generosidade é a capacidade de cada indivíduo de ir além dos seus limites. É a capacidade da auto doação do ser de forma total e integral. Este vai além do que lhe foi solicitado, do que lhe foi pedido. Muitas vezes sem esperar um retorno devido, algum tipo de recompensa.
Muitas vezes, pensamos que generoso é aquele capaz de abrir os cofres e distribuir o muito que tem, quando, não raro, esse muito nem falta lhe fará. A verdadeira generosidade nasce no coração que é capaz de olhar o próximo e o mundo com complacência e compreensão, sabendo que todos estamos sujeitos a erros, tropeços e enganos.
Seremos generosos quando estivermos despreocupados em conjugar o verbo ter... Ter algo, ter razão, ter alguém, pois nossas preocupações serão as de oferecer... a gentileza, a amizade, a companhia, a compreensão. Claro que poderemos ensaiar os primeiros passos de generosidade tocando o bolso, para oferecer aquilo que nos sobra aos que têm tão pouco.
Porém, poderemos sempre investir mais e permitir que a generosidade ganhe espaço em nosso mundo, quando formos capazes de esquecer parte de nossas vontades, nossas razões, nossos anseios, para simplesmente semearmos, nos caminhos alheios, as flores perfumadas com a brisa da fraternidade.
Se agirmos com generosidade, o universo conspirará a nosso favor. Sempre. Porque ela é contagiante como um sincero e largo sorriso.
Somada à doçura ela torna-se BONDADE!
sábado, 26 de novembro de 2011
Ame como se o outro fosse você
Ame como se o outro fosse você
© Letícia Thompson
Se o amor fosse bastante em cada coração, todos os males do mundo acabariam. Cada um olharia o outro como se estivesse se olhando no espelho e teria tanta compreensão e compaixão como se estivesse agindo por si mesmo.
As asperezas da vida tornam as pessoas duras, amargas. E o pior é que nem sempre elas querem se livrar dessa carga que as tornam com o andar pesado e a visão do futuro vaga e obscura.
Há pessoas que temos dificuldade em amar. Difícil admitir, pois fomos feitos e criados para amar o próximo sem querer saber o que se esconde por detrás de seu passado e o que vai na sua alma.
Cada um tem sua história, seus espinhos e sua cruz. Cada um também tem sua beleza, talvez apagada por acontecimentos, envelhecida por esperas que nunca tiveram fim e amargas pelo fel que a vida derrama vez ou outra.
Os altos e baixos da vida existem para todo mundo. Mas é quase sempre, para um e para outro, os baixos que marcam mais, os que definem a trajetória, marcam a vida inteira. E quando olhamos para uma pessoa assim cheia de cicatrizes, como rosas secas e sem perfume, a rejeitamos porque não queremos ficar iguais a ela.
Portanto... uma auto-análise poderia revelar o quanto de maneira surpreendente nos tornamos iguais às pessoas que rejeitamos exatamente por recolhermos no nosso coração os mesmos sentimentos de amargura, desafeto, rejeição.
Ame cada pessoa como se para você ela estivesse acabando de nascer e seu coração não estivesse cheio de pré-julgamentos.
Ame como se passassem uma borracha sobre seus erros e conseguissem ver através de olhos de amor, apenas o bonito que há dentro de você.
Ame como quem ama aquela flor que atravessou sol e chuva e sobreviveu, apesar de tudo.
Ame como você gostaria de ser amado.
Ame como ama Deus.
Sol Hoffmann
Encontrei no blog Comentando o Comentado,AMEI E COPIEI.
© Letícia Thompson
Se o amor fosse bastante em cada coração, todos os males do mundo acabariam. Cada um olharia o outro como se estivesse se olhando no espelho e teria tanta compreensão e compaixão como se estivesse agindo por si mesmo.
As asperezas da vida tornam as pessoas duras, amargas. E o pior é que nem sempre elas querem se livrar dessa carga que as tornam com o andar pesado e a visão do futuro vaga e obscura.
Há pessoas que temos dificuldade em amar. Difícil admitir, pois fomos feitos e criados para amar o próximo sem querer saber o que se esconde por detrás de seu passado e o que vai na sua alma.
Cada um tem sua história, seus espinhos e sua cruz. Cada um também tem sua beleza, talvez apagada por acontecimentos, envelhecida por esperas que nunca tiveram fim e amargas pelo fel que a vida derrama vez ou outra.
Os altos e baixos da vida existem para todo mundo. Mas é quase sempre, para um e para outro, os baixos que marcam mais, os que definem a trajetória, marcam a vida inteira. E quando olhamos para uma pessoa assim cheia de cicatrizes, como rosas secas e sem perfume, a rejeitamos porque não queremos ficar iguais a ela.
Portanto... uma auto-análise poderia revelar o quanto de maneira surpreendente nos tornamos iguais às pessoas que rejeitamos exatamente por recolhermos no nosso coração os mesmos sentimentos de amargura, desafeto, rejeição.
Ame cada pessoa como se para você ela estivesse acabando de nascer e seu coração não estivesse cheio de pré-julgamentos.
Ame como se passassem uma borracha sobre seus erros e conseguissem ver através de olhos de amor, apenas o bonito que há dentro de você.
Ame como quem ama aquela flor que atravessou sol e chuva e sobreviveu, apesar de tudo.
Ame como você gostaria de ser amado.
Ame como ama Deus.
Sol Hoffmann
Encontrei no blog Comentando o Comentado,AMEI E COPIEI.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
O QUE É IMPORTANTE?????????
Um dia, durante uma conversa entre advogados, me fizeram uma pergunta:
- O que de mais importante você já fez na sua vida?
A resposta me veio a mente na hora, mas não foi a que respondi pois
as circunstâncias não eram apropriadas.
No papel de advogado da indústria do espetáculo, sabia que os assistentes
queriam escutar anedotas sobre meu trabalho com as celebridades.
Mas aqui vai a verdadeira, que surgiu das profundezas das minhas recordações:
- O mais importante que já fiz na minha vida, ocorreu em 08 de outubro de 1990.
Comecei o dia jogando golfe com um ex-colega e amigo meu que há muito
não o via. Entre uma jogada e outra, conversávamos a respeito do que acontecia
na vida de cada um. Ele me contava que sua esposa e ele acabavam de ter um bebê.
Enquanto jogávamos chegou o pai do meu amigo que, consternado, lhe diz que
seu bebê parou de respirar e que foi levado para o hospital com urgência.
No mesmo instante, meu amigo subiu no carro de seu pai e se foi. Por um
momento fiquei onde estava, sem pensar nem mover-me, mas logo tratei
de pensar no que deveria fazer: Seguir meu amigo ao hospital?
Minha presença, disse a mim mesmo, não serviria de nada pois a criança
certamente está sob cuidados de médicos, enfermeiras, e nada havia que eu
pudesse fazer para mudar a situação.
Oferecer meu apoio moral? Talvez, mas tanto ele quanto sua esposa vinham
de famílias numerosas e sem dúvida estariam rodeados de amigos e familiares
que lhes ofereceriam apoio e conforto necessários acontecesse o que acontecesse.
A única coisa que eu faria indo até lá, era atrapalhar. Decidi que mais tarde
iria ver o meu amigo.
Quando dei a partida no meu carro, percebi que o meu amigo havia deixado
o seu carro, aberto com as chaves na ignição, estacionado junto as quadras
de tênis. Decidi, então, fechar o carro e ir até o hospital entregar-lhe as chaves.
Como imaginei, a sala de espera estava repleta de familiares que os consolavam.
Entrei sem fazer ruído e fiquei junto a porta pensando o que deveria fazer.
Não demorou muito e surgiu um médico que aproximou-se do casal e em voz baixa, comunica o falecimento do bebê.
Durante os instantes que ficaram abraçados - a mim pareceu uma eternidade
- choravam enquanto todos os demais ficaram ao redor daquele silêncio de dor.
O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança.
Meus amigos ficaram de pé e caminharam resignadamente até a porta.
Ao ver-me ali, aquela mãe me abraçou e começou a chorar. Também meu amigo
se refugiou em meus braços e me disse: - Muito Obrigado por estar aqui!
Durante o resto da manhã fiquei sentado na sala de emergências do hospital,
vendo meu amigo e sua esposa segurar nos braços seu bebê, despedindo-se dele.
Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida."
Aquela experiência me deixou três lições:
PRIMEIRA: o mais importante que fiz na vida ocorreu quando não havia
absolutamente nada, nada que eu pudesse fazer. Nada daquilo que aprendi
na universidade, nem nos anos em que exercia a minha profissão, nem todo
o racional que utilizei para analisar a situação e decidir o que eu deveria fazer,
me serviu para aquelas circunstâncias.
SEGUNDA: estou convencido que o mais importante que já fiz na minha vida
esteve a ponto de não ocorrer, justamente devido as coisas que aprendi
na universidade, aos conceitos do racional que aplicava na minha vida pessoal,
assim como faço na profissional.
Ao aprender a pensar, quase me esqueci de Sentir.
TERCEIRA: aprendi que a vida pode mudar em um instante. Intelectualmente
todos nós sabemos disso, mas acreditamos que os infortúnios acontecem com
os outros. Assim fazemos nossos planos e imaginamos nosso futuro como algo
tão real como se não houvesse espaços para outras ocorrências.
Mas ao acordarmos de manhã, esquecemos que perder o emprego, sofrer uma
doença, ou cruzar com um motorista embriagado e outras mil coisas,
podem alterar este futuro em um piscar de olhos.
Para alguns é necessário viver uma tragédia para recolocar as coisas
em perspectiva.Desde aquele dia busquei um equilíbrio entre o trabalho
e a minha vida.
Aprendi que nenhum emprego, por mais gratificante que seja, compensa perder
férias, romper um casamento ou passar um dia festivo longe da família.
E aprendi que o mais importante da vida não é ganhar dinheiro, nem ascender socialmente, nem receber honras.
O mais importante da vida é ter tempo para cultivar uma amizade.
Autor Desconhecido
********
- O que de mais importante você já fez na sua vida?
A resposta me veio a mente na hora, mas não foi a que respondi pois
as circunstâncias não eram apropriadas.
No papel de advogado da indústria do espetáculo, sabia que os assistentes
queriam escutar anedotas sobre meu trabalho com as celebridades.
Mas aqui vai a verdadeira, que surgiu das profundezas das minhas recordações:
- O mais importante que já fiz na minha vida, ocorreu em 08 de outubro de 1990.
Comecei o dia jogando golfe com um ex-colega e amigo meu que há muito
não o via. Entre uma jogada e outra, conversávamos a respeito do que acontecia
na vida de cada um. Ele me contava que sua esposa e ele acabavam de ter um bebê.
Enquanto jogávamos chegou o pai do meu amigo que, consternado, lhe diz que
seu bebê parou de respirar e que foi levado para o hospital com urgência.
No mesmo instante, meu amigo subiu no carro de seu pai e se foi. Por um
momento fiquei onde estava, sem pensar nem mover-me, mas logo tratei
de pensar no que deveria fazer: Seguir meu amigo ao hospital?
Minha presença, disse a mim mesmo, não serviria de nada pois a criança
certamente está sob cuidados de médicos, enfermeiras, e nada havia que eu
pudesse fazer para mudar a situação.
Oferecer meu apoio moral? Talvez, mas tanto ele quanto sua esposa vinham
de famílias numerosas e sem dúvida estariam rodeados de amigos e familiares
que lhes ofereceriam apoio e conforto necessários acontecesse o que acontecesse.
A única coisa que eu faria indo até lá, era atrapalhar. Decidi que mais tarde
iria ver o meu amigo.
Quando dei a partida no meu carro, percebi que o meu amigo havia deixado
o seu carro, aberto com as chaves na ignição, estacionado junto as quadras
de tênis. Decidi, então, fechar o carro e ir até o hospital entregar-lhe as chaves.
Como imaginei, a sala de espera estava repleta de familiares que os consolavam.
Entrei sem fazer ruído e fiquei junto a porta pensando o que deveria fazer.
Não demorou muito e surgiu um médico que aproximou-se do casal e em voz baixa, comunica o falecimento do bebê.
Durante os instantes que ficaram abraçados - a mim pareceu uma eternidade
- choravam enquanto todos os demais ficaram ao redor daquele silêncio de dor.
O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança.
Meus amigos ficaram de pé e caminharam resignadamente até a porta.
Ao ver-me ali, aquela mãe me abraçou e começou a chorar. Também meu amigo
se refugiou em meus braços e me disse: - Muito Obrigado por estar aqui!
Durante o resto da manhã fiquei sentado na sala de emergências do hospital,
vendo meu amigo e sua esposa segurar nos braços seu bebê, despedindo-se dele.
Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida."
Aquela experiência me deixou três lições:
PRIMEIRA: o mais importante que fiz na vida ocorreu quando não havia
absolutamente nada, nada que eu pudesse fazer. Nada daquilo que aprendi
na universidade, nem nos anos em que exercia a minha profissão, nem todo
o racional que utilizei para analisar a situação e decidir o que eu deveria fazer,
me serviu para aquelas circunstâncias.
SEGUNDA: estou convencido que o mais importante que já fiz na minha vida
esteve a ponto de não ocorrer, justamente devido as coisas que aprendi
na universidade, aos conceitos do racional que aplicava na minha vida pessoal,
assim como faço na profissional.
Ao aprender a pensar, quase me esqueci de Sentir.
TERCEIRA: aprendi que a vida pode mudar em um instante. Intelectualmente
todos nós sabemos disso, mas acreditamos que os infortúnios acontecem com
os outros. Assim fazemos nossos planos e imaginamos nosso futuro como algo
tão real como se não houvesse espaços para outras ocorrências.
Mas ao acordarmos de manhã, esquecemos que perder o emprego, sofrer uma
doença, ou cruzar com um motorista embriagado e outras mil coisas,
podem alterar este futuro em um piscar de olhos.
Para alguns é necessário viver uma tragédia para recolocar as coisas
em perspectiva.Desde aquele dia busquei um equilíbrio entre o trabalho
e a minha vida.
Aprendi que nenhum emprego, por mais gratificante que seja, compensa perder
férias, romper um casamento ou passar um dia festivo longe da família.
E aprendi que o mais importante da vida não é ganhar dinheiro, nem ascender socialmente, nem receber honras.
O mais importante da vida é ter tempo para cultivar uma amizade.
Autor Desconhecido
********
APEGO...............
Um dia um homem já de certa idade abordou um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora.. A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou incapaz de recuperá-lo. O homem tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela.
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou,
- Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?
O homem prontamente respondeu,
- De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância à um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato..
O homem mostrou ao jovem que não vale à pena agarrar-se a algo simplesmente por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Como o homem da história, nós temos que aprender a desprender. Alguma força decidiu que era hora daquele homem perder seu sapato. Talvez isto tenha acontecido para iniciar uma série de outros acontecimentos bem melhores para o homem do que aquele par de sapatos. Talvez a procura por outro par de sapatos tenha levado o homem à um grande benfeitor. Talvez uma nova e forte amizade com o rapaz no ônibus. Talvez aquele rapaz precisasse presenciar aquele acontecimento para adotar uma ação semelhante. Talvez a pessoa que encontrou os sapatos tenha, à partir daí, a única forma de proteger os pés.
Seja qual for a razão, não podemos evitar de perder coisas. O homem sabia disto. Um de seus sapatos tinha saído de seu alcance. O sapato restante não mais lhe ajudaria, mas seria um ótimo presente para uma pessoa desabrigada, precisando desesperadamente de proteção do chão.
Acumular posses não nos fazem melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.
Autor Desconhecido
Um rapaz no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao homem, perguntou,
- Notei o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?
O homem prontamente respondeu,
- De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância à um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato..
O homem mostrou ao jovem que não vale à pena agarrar-se a algo simplesmente por possuí-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.
Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.
Como o homem da história, nós temos que aprender a desprender. Alguma força decidiu que era hora daquele homem perder seu sapato. Talvez isto tenha acontecido para iniciar uma série de outros acontecimentos bem melhores para o homem do que aquele par de sapatos. Talvez a procura por outro par de sapatos tenha levado o homem à um grande benfeitor. Talvez uma nova e forte amizade com o rapaz no ônibus. Talvez aquele rapaz precisasse presenciar aquele acontecimento para adotar uma ação semelhante. Talvez a pessoa que encontrou os sapatos tenha, à partir daí, a única forma de proteger os pés.
Seja qual for a razão, não podemos evitar de perder coisas. O homem sabia disto. Um de seus sapatos tinha saído de seu alcance. O sapato restante não mais lhe ajudaria, mas seria um ótimo presente para uma pessoa desabrigada, precisando desesperadamente de proteção do chão.
Acumular posses não nos fazem melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.
Autor Desconhecido
O FRIO QUE VEM DE DENTRO...
Seis homens ficaram bloqueados numa cabana por uma avalanche de neve.
Teriam que esperar até o amanhecer, para poderem receber socorro.
Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira
Teriam que esperar até o amanhecer, para poderem receber socorro.
Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira
ao redor da qual eles se aqueciam.
Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio
Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio
antes que o dia clareasse.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira.
Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros
O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros
cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura.
Então ele raciocinou consigo mesmo: Aquele negro! Jamais darei minha lenha
Então ele raciocinou consigo mesmo: Aquele negro! Jamais darei minha lenha
para aquecer um negro.
E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava
E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava
receber os juros de uma dívida.
Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem
Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem
da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante
e nas roupas velhas e remendadas.
Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente
Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente
sonhava com o seu lucro, pensou:
Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso
O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento.
Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral
Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso
O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento.
Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral
que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático:
É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso,
É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso,
eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem.
E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros
E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros
os caminhos, os perigos e os segredos da neve.
Ele pensou: Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente
Ele pensou: Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente
para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava.
Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?)
Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?)
para pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos,
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos,
os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.
Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo
Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo
o menor dos meus gravetos.
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis.
A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à cabana
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis.
A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à cabana
encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:
O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.
Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:
O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.
Autor Desconhecido
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O HOMEM TATUADO....
Ele era assustador. Sentado na grama com seu cartaz de papelão, seu cão
(realmente seu cão era adorável) e tatuagens por ambos
os braços e pescoço. Seu cartaz anunciava que estava cansado
e com fome e pedia ajuda.
Eu me sinto compelida a ajudar qualquer um que necessite.
Eu me sinto compelida a ajudar qualquer um que necessite.
Meu marido, ao mesmo tempo, adora e odeia esta minha "qualidade".
Isto, freqüentemente, o faz nervoso, e eu sabia que se me visse naquele momento,
ele ficaria nervoso. Mas ele não estava comigo.
Eu arranquei vagarosamente a camionete e através do retrovisor,
contemplei aquele homem, com tatuagem e tudo. Talvez quarenta anos...
Eu arranquei vagarosamente a camionete e através do retrovisor,
contemplei aquele homem, com tatuagem e tudo. Talvez quarenta anos...
Usava uma daquelas bandanas amarrada sobre a cabeça, estilo pirata.
Qualquer um poderia ver que ele estava sujo e tinha a barba bagunçada.
Qualquer um poderia ver que ele estava sujo e tinha a barba bagunçada.
Mas se você olhasse bem de perto, veria que suas coisas estavam bem
organizadas em um pequeno pacote. Ninguém parava para ele.
Eu via que os outros motoristas davam uma rápida olhada e já prestavam
atenção em outra coisa - qualquer outra coisa.
Estava muito quente. Eu podia ver nos olhos do homem como deprimido
Estava muito quente. Eu podia ver nos olhos do homem como deprimido
e cansado se sentia. O suor escorrendo pelo rosto, enquanto eu estava com
o ar condicionado ligado.
Eu peguei minha bolsa e tirei uma nota de dez dólares.
Eu peguei minha bolsa e tirei uma nota de dez dólares.
Nick, meu filho mais velho, com doze anos, sabia exatamente
o que eu estava querendo fazer.
- Posso levar para ele, mãe?
- Sim, mas tenha cuidado. Eu o adverti e lhe entreguei o dinheiro.
Eu prestei atenção, pelo espelho, enquanto meu filho se aproximou do homem,
e com um sorriso tímido, lhe entregou o dinheiro.
Eu vi o homem, assustado, levantar-se, pegar o dinheiro e guardar no bolso de trás.
Eu vi o homem, assustado, levantar-se, pegar o dinheiro e guardar no bolso de trás.
- Bem, - Pensei comigo mesma - pelo menos agora ele poderá comer
alguma coisa.
Me senti satisfeita e orgulhosa de mim mesma. Eu tinha feito uma boa ação
e agora eu poderia continuar meu dia.
Quando Nick voltou ao carro, olhou-me com tristeza, os olhos suplicantes,
Quando Nick voltou ao carro, olhou-me com tristeza, os olhos suplicantes,
- Mãe, o cachorrinho está com muito calor.
Eu sabia que tinha que fazer mais. E pedi à Nick,
- Volte e diga-lhe para ficar por ali, estaremos de volta em 15 minutos.
Nick saiu do carro e correu até o desconhecido tatuado. Eu pude notar como
Eu sabia que tinha que fazer mais. E pedi à Nick,
- Volte e diga-lhe para ficar por ali, estaremos de volta em 15 minutos.
Nick saiu do carro e correu até o desconhecido tatuado. Eu pude notar como
o homem estava surpreso. Mas concordou.
Corremos até o supermercado mais próximo. Compramos alguma comida;
Corremos até o supermercado mais próximo. Compramos alguma comida;
um saco de ração e uma vasilha para água para o cachorrinho; duas garrafas
de água (uma para o cão, uma para o Sr. Tatuagem) e mais alguns biscoitos
para o homem.
Voltamos rapidamente ao ponto onde o deixamos, e lá estava ele, esperando imóvel.
Voltamos rapidamente ao ponto onde o deixamos, e lá estava ele, esperando imóvel.
E ninguém mais parava para ele. Com as mãos tremendo, eu agarrei os sacos
e sai do carro, todas as minhas quatro crianças seguiram-me, cada uma carregando
um "presente". Enquanto andávamos até ele, eu tive um pequeno receio:
e se ele for perigoso?
Quando olhei em seus olhos vi algo que me assustou e me deixou envergonhada
Quando olhei em seus olhos vi algo que me assustou e me deixou envergonhada
por meu julgamento. Eu vi lágrimas. Ele lutava, como um menino,
para segurar as lágrimas.
Há quanto tempo ninguém mostra alguma bondade com este homem?
Há quanto tempo ninguém mostra alguma bondade com este homem?
Eu disse a ele que eu esperava que não estivesse muito pesado para ele carregar
e mostrei o que tínhamos trazido.
Ele parecia uma criança no Natal. Quando peguei a vasilha para água,
ele a arrebatou de minhas mãos como se fosse ouro e me
disse que não tinha como dar água a seu cão.
Meus olhos encheram-se de lágrimas quando ele disse:
- Madame, eu nem sei o que dizer. Então colocou as mãos sobre a cabeça
Meus olhos encheram-se de lágrimas quando ele disse:
- Madame, eu nem sei o que dizer. Então colocou as mãos sobre a cabeça
e começou a chorar. Este homem, este homem "assustador", era tão delicado,
tão doce, tão humilde.
Eu sorri, me segurando e disse:
- Simplesmente não diga nada.
Enquanto nos afastávamos, pude percebê-lo ajoelhado, os braços
Eu sorri, me segurando e disse:
- Simplesmente não diga nada.
Enquanto nos afastávamos, pude percebê-lo ajoelhado, os braços
em torno de seu cão, beijando seu focinho e sorrindo.
Eu tenho tanto... Minhas preocupações agora me parecem tão tolas e insignificantes.
Eu tenho tanto... Minhas preocupações agora me parecem tão tolas e insignificantes.
Eu tenho um lar, um bom marido, quatro belas e sadias crianças. Eu tenho uma cama confortável. Eu gostaria de saber onde aquele homem dormiria à noite.
Minha filha, Brandie virou-se para mim e disse com a voz muito doce:
- Mãe, estou me sentindo tão bem...
Embora pareça que nós tenhamos ajudado, o homem com suas tatuagens é que nos
Minha filha, Brandie virou-se para mim e disse com a voz muito doce:
- Mãe, estou me sentindo tão bem...
Embora pareça que nós tenhamos ajudado, o homem com suas tatuagens é que nos
deu um presente do qual jamais me esquecerei. Ele ensinou que não importa a aparência, dentro de cada um de nós existe um ser humano merecedor de bondade, de compaixão,
de aceitação.
A cada noite eu oro para o homem com as tatuagens e seu cão.
A cada noite eu oro para o homem com as tatuagens e seu cão.
E eu espero que, ao longo de minha vida, Deus envie mais pessoas como
ele para me lembrar do que é realmente importante.
(Sérgio Barros - Fonte para Reflexão)
(Sérgio Barros - Fonte para Reflexão)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Houve um tempo em que numa ilha muito pequena, confundida com o paraíso, habitavam os sentimentos como habitamos hoje a Terra. Nesta ilha, viviam em harmonia o Amor, a Tristeza, a Sabedoria, a Vaidade, a Alegria, a Riqueza e todos os outros sentimentos. Um dia, num desses em que a natureza parece revoltar-se, o Amor acordou apavorado porque sentiu que a sua ilha estava sendo inundada. Mas esqueceu-se logo do medo que sentia e cuidou para que todos os sentimentos se salvassem. Todos correram e pegaram seus barcos e fugiram para um morro bem alto, de onde poderiam ver toda a ilha sendo inundada mas não corressem perigo. Só o Amor não se apressou. O Amor nunca se apressa. Ele queria ficar um pouquinho mais em sua ilha. Mas, quando já estava quase se afogando, o Amor lembrou-se que não poderia morrer. Então correu em direção aos barcos que partiam e gritou por socorro. A Riqueza, ouvindo seu grito, tratou logo de responder que não poderia levá-lo, pois com todo o ouro e prata que carregava temia que seu barco se afundasse. Passou então a Vaidade que também não poderia levá-lo, uma vez que ele, o Amor, se sujara por demais ajudando aos outros e ela, a Vaidade, não suportava sujeira. Logo atrás da vaidade, vinha a Tristeza, a companhia de ninguém. Passou também a Alegria, mas esta, tão alegre estava, não ouviu o pranto do Amor. Sem esperanças, o Amor sentou-se na última pedra que ainda se via sobre a superfície da água e começou a minguar. Seu pranto foi tão triste que chamou a atenção de um velhinho que passava com seu barco. O velhinho apanhou o Amor em seus braços e o levou para o morro alto ,junto aos outros sentimentos. Recuperando-se, o Amor perguntou a Sabedoria quem era o velhinho que o ajudara. Sabedoria respondeu que tinha sido o Tempo. O Amor questionou: - Por que só o Tempo pode me trazer até aqui? A Sabedoria então lhe respondeu: - Porque só o Tempo tem a capacidade de ajudar o Amor a chegar aos lugares mais difíceis e entender a todos aqueles que agem com Amor! Autor Desconhecido ****** | |
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Uma oração para amenizar o sofrimento do proximo.
Há muito tempo não escrevo aqui,simplesmente pela correria da vida e não por falta de amor ao proximo,
Estamos vivendo um verão de chuvas e perdas,assistindo diariamente as tragedias que o povo está vivendo por todo país,perdas materiais e infelizmente de seres queridos.
Mesmo morando em local seguro,sem medo de enchetes e desabamentos,me desespero ao ver tanto sofrimento nas pessoas que perderam todo um passado,pessoas sem casa pra voltar e outras se familia pra continuar.
Todo verão passamos pelos mesmos problemas com as chuvas,mas jamais vou me acostumar a achar que está tudo bem,que é normal e aceitável ver pessoas morrendo,cidades afundando e familias se desfazendo.
Ajudei da maneira que milhões de brasileiros ajudaram,doando roupas ,alimentos,móveis,orações.
Sinto tristeza por não poder impedir que tudo aconteça novamente,e só peço a Deus que proteja e console a todos que perderam seus bens e seus queridos familiares.que o povo continue a ser solidario e caridoso e nunca se esqueçam QUE AMAR O PROXIMO é AMAR A DEUS..
[hoje faz 30 anos que perdi meu pai,e sinto falta dos bons conselhos que recebi dele,nos poucos anos que passamos juntos]
Estamos vivendo um verão de chuvas e perdas,assistindo diariamente as tragedias que o povo está vivendo por todo país,perdas materiais e infelizmente de seres queridos.
Mesmo morando em local seguro,sem medo de enchetes e desabamentos,me desespero ao ver tanto sofrimento nas pessoas que perderam todo um passado,pessoas sem casa pra voltar e outras se familia pra continuar.
Todo verão passamos pelos mesmos problemas com as chuvas,mas jamais vou me acostumar a achar que está tudo bem,que é normal e aceitável ver pessoas morrendo,cidades afundando e familias se desfazendo.
Ajudei da maneira que milhões de brasileiros ajudaram,doando roupas ,alimentos,móveis,orações.
Sinto tristeza por não poder impedir que tudo aconteça novamente,e só peço a Deus que proteja e console a todos que perderam seus bens e seus queridos familiares.que o povo continue a ser solidario e caridoso e nunca se esqueçam QUE AMAR O PROXIMO é AMAR A DEUS..
[hoje faz 30 anos que perdi meu pai,e sinto falta dos bons conselhos que recebi dele,nos poucos anos que passamos juntos]
domingo, 26 de setembro de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
AFINAL O QUE É O AMOR....
[encontrei em um site e quero dividir com vcs,fez bem ao meu coração e alma]
O professor apresentou um projeto chamado sorriso.
Foi solicitado à classe que saísse, sorrisse para três
pessoas e documentasse suas reações.
Logo depois da aula, eu, meu marido e meu filho mais novo fomos à uma lanchonete.
Estávamos na fila esperando nossa vez, quando repentinamente todos à minha volta começaram
a se agitar e a se afastar, inclusive meu marido.
Eu não me movi um centímetro...
Me virei para ver porque tinham se afastado.
Foi quando senti o terrível cheiro de corpo sujo e lá estavam dois pobres mendigos.
Quando olhei para o que estava mais próximo, ele estava sorrindo.
Seus bonitos olhos azuis estavam cheios da luz de Deus e procuravam por simples aceitação.
- Bom dia...
- Ele disse timidamente enquanto contava as poucas moedas que tinha.
O segundo homem permanecia atrás de seu amigo, agitando os braços.
Observei que o segundo homem tinha deficiência mental.
E o cavalheiro dos olhos azuis era o seu guardião.
A garçonete perguntou o que queriam.
- Apenas café, senhorita. - respondeu...
Porque era tudo que poderiam comprar com os recursos que tinham.
Se quisessem sentar no restaurante para se aquecer,
Tinham que comprar alguma coisa.
E o que queriam mesmo era se aquecer.
Então, eu realmente senti uma compulsão tão grande que quase estendi a mão e abracei o homem dos olhos azuis.
Foi quando notei que todos os olhos na lanchonete me observavam, julgando cada ação minha.
Eu sorri e pedi que a garçonete acrescentasse duas refeições, Um pequeno almoço, em bandejas separadas.
Fui até onde os homens tinham se sentado e pus as bandejas sobre a mesa e coloquei minha mão sobre a fria mão do homem dos olhos azuis.
Ele me olhou emocionado e agradeceu.
Inclinando-me um pouco, respondi...
- Não sou eu que faço isto por vocês.
É Deus que está trabalhando aqui, através de mim, para dar-lhe esperança.
Me afastei para juntar-me a meu marido e meu filho.
Quando me sentei, meu marido me sorriu e disse...
- É por isso que Deus me deu você, querida. Para me dar esperança.
Aquele dia me mostrou a pura luz do doce amor de Deus.
Retornei à faculdade, para a última aula, com esta história nas mãos.
Eu a transformei em meu projeto e o professor o leu.
Então olhou para mim e disse...
- Posso compartilhar isto?
Eu concordei e ele pediu a atenção da classe.
Começou a ler e todos nós percebemos que...
Como seres humanos, temos a necessidade de curar as pessoas e de sermos curados.
Ao meu jeito, eu tinha tocado as pessoas naquela lanchonete...
Em meu marido... Em meu filho, em meu professor.
Em cada alma daquela sala onde tive a última aula como um estudante de faculdade.
Eu me formei com uma das maiores e mais importantes lições que aprendi:
Aceitação incondicional.
"Amar as pessoas e usar as coisas ao invés de amar as coisas e usar as pessoas"

( Tânia M. da Cruz)
Recentemente terminei minha faculdade.
O último trabalho que tive que apresentar foi o de sociologia.
O último trabalho que tive que apresentar foi o de sociologia.
O professor apresentou um projeto chamado sorriso.
Foi solicitado à classe que saísse, sorrisse para três
pessoas e documentasse suas reações.
Logo depois da aula, eu, meu marido e meu filho mais novo fomos à uma lanchonete.
Estávamos na fila esperando nossa vez, quando repentinamente todos à minha volta começaram
a se agitar e a se afastar, inclusive meu marido.
Eu não me movi um centímetro...
Me virei para ver porque tinham se afastado.
Foi quando senti o terrível cheiro de corpo sujo e lá estavam dois pobres mendigos.
Quando olhei para o que estava mais próximo, ele estava sorrindo.
Seus bonitos olhos azuis estavam cheios da luz de Deus e procuravam por simples aceitação.
- Bom dia...
- Ele disse timidamente enquanto contava as poucas moedas que tinha.
O segundo homem permanecia atrás de seu amigo, agitando os braços.
Observei que o segundo homem tinha deficiência mental.
E o cavalheiro dos olhos azuis era o seu guardião.
A garçonete perguntou o que queriam.
- Apenas café, senhorita. - respondeu...
Porque era tudo que poderiam comprar com os recursos que tinham.
Se quisessem sentar no restaurante para se aquecer,
Tinham que comprar alguma coisa.
E o que queriam mesmo era se aquecer.
Então, eu realmente senti uma compulsão tão grande que quase estendi a mão e abracei o homem dos olhos azuis.
Foi quando notei que todos os olhos na lanchonete me observavam, julgando cada ação minha.
Eu sorri e pedi que a garçonete acrescentasse duas refeições, Um pequeno almoço, em bandejas separadas.
Fui até onde os homens tinham se sentado e pus as bandejas sobre a mesa e coloquei minha mão sobre a fria mão do homem dos olhos azuis.
Ele me olhou emocionado e agradeceu.
Inclinando-me um pouco, respondi...
- Não sou eu que faço isto por vocês.
É Deus que está trabalhando aqui, através de mim, para dar-lhe esperança.
Me afastei para juntar-me a meu marido e meu filho.
Quando me sentei, meu marido me sorriu e disse...
- É por isso que Deus me deu você, querida. Para me dar esperança.
Aquele dia me mostrou a pura luz do doce amor de Deus.
Retornei à faculdade, para a última aula, com esta história nas mãos.
Eu a transformei em meu projeto e o professor o leu.
Então olhou para mim e disse...
- Posso compartilhar isto?
Eu concordei e ele pediu a atenção da classe.
Começou a ler e todos nós percebemos que...
Como seres humanos, temos a necessidade de curar as pessoas e de sermos curados.
Ao meu jeito, eu tinha tocado as pessoas naquela lanchonete...
Em meu marido... Em meu filho, em meu professor.
Em cada alma daquela sala onde tive a última aula como um estudante de faculdade.
Eu me formei com uma das maiores e mais importantes lições que aprendi:
Aceitação incondicional.
"Amar as pessoas e usar as coisas ao invés de amar as coisas e usar as pessoas"
( Tânia M. da Cruz)
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